Nossa categoria tem história. E muitas vitórias para contar

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Nossa categoria tem história. E muitas vitórias para contar

Nossa força é do tamanho da nossa união.

Você já parou para pensar no poder dessa frase? Ou melhor: desse grito de guerra?

Ele fala sobre você, sobre mim, sobre todos os servidores do Judiciário da União e do Ministério Público da União (MPU). Fala daquilo que temos de mais certo na atual conjuntura de nosso país: a potência, a energia e a firmeza da nossa unidade.

Fala da nossa história e de nossos objetivos. De nossas lutas, de nossas vitórias e de nossas futuras conquistas.

Prestando bem atenção, não é a frase em si que é poderosa. Somos nós, quando estamos juntos. E, nas linhas abaixo, você vai entender essa verdade.

 

Nossas relações

Melhores salários e condições de trabalho sempre estiveram entre os alvos dos servidores do Judiciário da União e do MPU, em todo o Brasil. Reunir nossas forças, portanto, não apenas era necessário, como também elementar para o sucesso de nossas conquistas.

Isso foi em 1992, quando a Fenajufe iniciou uma trajetória combativa e classista pela democratização do Judiciário e não parou mais.

Com esse foco, veio o respeito das entidades que compõem nossa base nacional e as relações com entidades representativas da categoria em toda a América Latina.

 

Nossa carreira

A partir da união dos servidores em uma única federação nacional, integramos as comissões que originaram nossos Planos de Cargos e Salários (PCSs), no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR), em 1995.

No ano seguinte, em unidade aos demais servidores federais, convocamos a categoria à nossa primeira grande greve nacional para combater as propostas reformistas do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC) e em defesa de um reajuste salarial decente.

Porque permanecemos juntos, mobilizados em todo o país, conquistamos a Lei 9.421/1996 (que criou o PCS dos servidores do Judiciário da União), o parcelamento dos reajustes salariais, e a Lei 9.953/2000 (que equiparou as condições dos trabalhadores do MPU e do Judiciário).

Ainda assim, seguimos lutando por melhorias na carreira, e obtivemos duas reestruturações do PSC. A primeira (PCS 2) em 2002, após cerca de 50 dias de greve, em mais de 20 estados. E a segunda (PCS 3) em 2006, com a paralisação de cerca de 60% da categoria, em 20 estados e no Distrito Federal (DF).

Nossa união também conquistou a incorporação da Unidade Real de Valor (URV) aos salários dos servidores da base, em 2000, quando uma conversão errada de Cruzeiro Real (CR$) para a moeda Real (R$) quase nos fez perder 11,98% do salário.

E, em 2005, a participação decisiva da Fenajufe garantiu o reconhecimento do Tribunal de Contas da União (TCU) à nossa categoria pela incorporação da gratificação dos quintos, referente ao período de 9 de abril de 1998 a 4 de setembro de 2001.

 

Nossa experiência

Logo no início de nossa caminhada, fortalecemos a participação dos servidores aposentados nas conquistas da federação. Na 5ª Plenária Nacional da Fenajufe (1997), aprovamos a realização de um Encontro Nacional de Aposentados, cujo sucesso se repete nos núcleos de atuação da maioria dos sindicatos filiados.

Em 1998, a unidade dos trabalhadores da base se concentrou em novas greves, dessa vez pela Gratificação de Representação Mensal (GRM) – benefício pago por um período, mas depois retirado.

 

Nossa integração

A força de nossa união não é sentida apenas nas greves e mobilizações que realizamos pelo Brasil. Desde 1998, a Fenajufe possui um espaço próprio para estreitar ainda mais os laços com entidades filiadas e servidores.

Em 2015, a federação ampliou as formas de interagir com a base, utilizando-se de diversos meios de comunicação para que todos os trabalhadores estejam em unidade, na mesma luta e na mesma sintonia.

A atuação em equipe é o norte de seu Coletivo Jurídico (no qual os advogados dos sindicatos filiados se encontram para discutir os desafios e buscar soluções em conjunto), e das demais organizações internas: Coletivo Nacional dos Agentes de Segurança e Inspetores (Conas), Coletivo Nacional dos Analistas (Conan), Coletivo Nacional dos Aposentados (Conap), Coletivo Nacional dos Oficiais de Justiça e Avaliadores Federais (Cojaf), e o Coletivo Nacional dos Técnicos (Contec)..

 

Nosso apoio

Em 1999, participamos da Marcha dos Cem Mil Contra a Corrupção, unidos a diferentes entidades representativas dos servidores públicos e organizações dos movimentos sociais e sindicais, na maior manifestação realizada em oposição ao governo de FHC.

Em 2004, protestamos pela Reforma Agrária, com cerca de 10 mil trabalhadores rurais sem terra e mais de 40 organizações sociais de todo o país, reivindicando agilidade governamental no processo de assentamento das famílias.

Em 2007, participamos da Marcha Nacional da CUT, com cerca de 20 mil pessoas de todo o Brasil e dezenas de sindicatos estaduais do Judiciário da União e do MPU contra a retirada de direitos dos servidores públicos federais, pelo estudo de uma regulamentação da greve no serviço público e por outras importantes pautas.

Em 2009, estivemos na 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) com organizações que lutavam pela democratização da comunicação. Na ocasião, a definição de um novo marco regulatório para a comunicação foi aprovada.

Em 2012, somamos nossas forças aos demais servidores públicos federais em várias marchas unificadas, exigindo uma remuneração mais justa, revisão do PCS e contra o congelamento salarial. Mais de 20 mil pessoas estiveram reunidas conosco.

 

Nossa vitória

Nunca foi fácil, mas sempre foi possível alcançar tantas vitórias porque nos apoiamos em nossa unidade, na força de mais de 100 mil servidores do Judiciário da União e do MPU que buscam uma carreira melhor a cada dia.

Estamos em dezenas de sindicatos filiados em todo o território nacional, mas permanecemos um só corpo. E, porque é assim, temos muito a conquistar, pois nossas vitórias são frutos da unidade da nossa categoria.

Temos um grito de guerra, e não vamos parar de lutar. Nossa força é do tamanho da nossa união!

 

 

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