Unir para conquistar: estratégia necessária em tempos de guerra

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Unir para conquistar: estratégia necessária em tempos de guerra

Não há como negar que os tempos são duros.
Tempos de ódio. De polarização. De retirada de direitos fundamentais, alcançados com tanto esforço.
Nossa sociedade está sendo dividida por grupos que buscam o poder individual, e destroem o que a história nos mostrou ser um meio seguro de sobreviver e resistir: a unidade.
E isso não afeta apenas o cenário político brasileiro. Tem reflexo também sobre aqueles que trabalham no Poder Judiciário da União e no Ministério Público da União (MPU).
A decomposição da nossa força e a fragmentação da nossa união estão sendo arquitetadas por aqueles que preferem arruinar nosso bem-estar coletivo em troca da satisfação de seus próprios interesses.
São tempos egoístas e narcísicos. Tempos duros. Tempos de guerra.

 

Isso quer dizer que não podemos ter opiniões divergentes?

Pelo contrário: as diferenças devem servir para nos amadurecer, nos mostrar outras perspectivas, e não para nos afastar. Podemos construir unidade mesmo quando há diferenças.
Esse é o foco da Fenajufe. Mais do que porta-voz de mais de 100 mil servidores do Judiciário da União e do MPU em todo o Brasil, a federação é a reunião de guerreiras e guerreiros que, sozinhos, não teriam condições de conquistar os direitos que todos nós temos hoje.

 

Unir para conquistar

Antes, as batalhas eram fragmentadas. Com a criação da Fenajufe, as lutas passaram a ser organizadas e coordenadas, criando voz única para os servidores do PJU e do MPU de todo o país.
São quase três décadas trabalhando por melhores condições de trabalho, reconhecimento, valorização e construção de uma carreira cada vez mais preparada para enfrentar os desafios.
E só chegamos até aqui porque todos nós decidimos permanecer ao lado uns dos outros.
Hoje, isso é ainda mais importante.
Vivemos tempos duros. Estamos sob constantes ameaças de grupos que tentam nos dividir e desestruturar tudo o que já conquistamos.
Em toda a história da humanidade foi assim: povos, reinos e nações que se dividiram foram destruídos. Não podemos permitir que isso aconteça com a nossa categoria.
A nossa luta é coletiva. Juntos, já tivemos grandes conquistas.
Agora, temos novas batalhas pela frente. Os resultados dependerão da nossa capacidade de dialogar, superar nossas diferenças e construir uma ação conjunta, porque é aí que está a nossa força.